quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

A Grande Fada


Personagem "pequenino", esta "Grande Fada" do Durão Barroso, de quem ainda o Jornal Expresso desta semana mostra ser um aldrabão e um hipócrita, ao dizer defender a candidatura do António Vitorino à Presidencia da Comissão Europeia e recusando a possibilidade de ele próprio ser candidato ao lugar, quando já tinha tudo combinado com o Presidente do Partido Popular Europeu, vai continuar a ser o lacaio de recados e politicas dos Senhores da Europa. Antes por lá que por cá a azucrinar-nos a cabeça, que desta Europa rendida ao grande capital nada de bom se pode esperar.
Expresso

terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Aviso n.º 23226/2009


MUNICÍPIO DE MORA

Aviso n.º 23226/2009

Engenheiro Luís Simão Duarte de Matos, Presidente da CâmaraMunicipal de Mora:

Torna público, que esta Câmara Municipal deliberou, na sua reunião ordinária de 27 de Novembro de 2009, submeter à apreciação pública, a alteração ao Regulamento de Funcionamento do Conselho de Coordenação da Avaliação da Câmara Municipal de Mora, abaixo transcrito, de acordo com o disposto no artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo, querendo os interessados, dentro do prazo de 30 dias, a contar da data da publicação no Diário da República, dirigido, por escrito, as suas sugestões à Câmara Municipal de Mora, com endereço na Rua do Município, 7490 -243 Mora, ou por correio electrónico cmmora@mail.telepac.pt.

Para constar e devidos efeitos, se publica o presente e outro de igual teor que vão ser afixados na página electrónica, www.cm -mora.pt e publicado no Jornal municipal .

segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

XV prova dos Vinhos Cabeção

sábado, 26 de Dezembro de 2009

Video da semana 26-12-2009

terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Pedido de Divulgação


Palhaços deste País


Um texto do Mário Crespo publicado no JN

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço.

segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Pedido de Divulgação




domingo, 20 de Dezembro de 2009

Please help the World

sábado, 19 de Dezembro de 2009

Miseraveis de Patrões


A proposta dos empresários, subscrita pela maioria das confederações patronais da Indústria, comércio e turismo pretende que o salário mínimo só suba para os 460 euros no próximo ano, contrariando a proposta do Governo que aponta para 475 euros - valor intermédio entre o nível actual e a meta acordada entre parceiros sociais para 2011 (500 euros).

Passa actualmente na rádio um anúncio de uma instituição bancária que nos tenta convencer a fazermos um PPR com o argumento de que, 1,5 euros por dia não representa mais que uma caixa de pastilhas, não representa nada. Para outros certamente representará muito, pois representa quase um decimo do seu salário o que, utilizando as contas do anuncio chega para 10 caixas de pastilhas por dia. Falta ainda pagar os impostos, a casa, transportes, água, luz, telefone, escola dos filhos, roupa, comida e as taxas que os bancos não deixam de cobrar, sobretudo nas contas que não conseguem manter saldos elevados durante todo o mês. Uma proposta de aumento de 10 euros é uma ofensa à dignidade de quem já tem trabalho precário, sem direitos e mal pago. Deviam ter vergonha.

sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Video da Semana - 18-12-2009

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

A Reforma Agraria em Mora


Falta aqui dizer várias coisas, pelo menos em relação ao Concelho de Mora: seria bom que alguém tivesse a coragem de fazer uma história do período da chamada "reforma Agrária no nosso concelho.Porque na verdade, segundo me dizem, o que se passou, não foi a efectivação de uma Reforma Agrária à moda de países socialistas da altura, mas sim a preparação da reforma de alguns que se assumiram como substitutos os Mexias, dos Almeidas e de outros que eles acusavam de latifundiários.É ver o património de alguns que disseram ter sido os chefes da Reforma Agrária: São casas em Mora e noutros sítios (parece-me que em Évora,por exemplo), são filhos e noras ou genros com casas livres de empréstimos, são filhos e netos a mudar de carro, etc. Tudo isto seria legítimo se os seus rendimentos (todos são reformados, e sabemos o valor baixo das reformas)justificassem esses bens,mas vê-se claramente donde veio o dinheiro (dizem que se fizeram grandes negociatas de cortiça o dinheiro era só para alguns, "roubo" do gado (bom) de uma herdade que tinham ocupado, etc). Sou muito novo para ter tido conhecimento directo disto, mas alguém mais velho me chamou a atenção para isto e acredito que seja verdade.



por anonimo @
http://ogatomorense.blogspot.com/2009/12/terras-da-reforma-agraria-asseguram.html

Natal no Fluviario de Mora


O Fluviário de Mora inicia a 19 de Dezembro uma selecção de divertidas actividades preparadas para as férias do primeiro período escolar e que vão tornar este Natal ainda mais especial. De livre acesso, e desenvolvidas na Sala de Aula do Museu, nove divertidas actividades lúdico-pedagógicas podem ser experimentadas na visita ao Fluviário de Mora. “Apalpário – um Mosaico de Vida”, “Se tu Visse o que Eu Vi”, “Mini-Horta”, “Bolota ou Boleta – a Castanha do Alentejo”, Cancioneiro do Fluviário”, “Uma Pegada no Charco”, “Reprodução”, “B.I.” e “Maqueta de um Rio” e aumentam a lista de presentes especialmente seleccionados para os pequenos visitantes do Fluviário.

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Inquerito á População (ou só a alguns)


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AMEAÇA SÉRIA AOS AUTARCAS DE MORA

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

O País Congelado ?!